Baby Ortiz.
Minha garganta estava ardendo em um nó preso, e tão bem instalado ali que pareceu nunca mais descer. Eu o encarei, olhando no fundo dos olhos ciumentos do Dominic, mas não pude reconhecê-lo. Olhar para ele foi como ver um buraco negro do qual, se encarasse por muito tempo, seria sugada para dentro. Tomada por um desespero, deixei que as lágrimas deslizassem pelo meu rosto.
Eu ainda estava febril, mas não sentia nada além do meu corpo frio. Minha mão estava gelada quando a raspei con