Mundo ficciónIniciar sesiónDamian Cavalari
A cabine ainda cheirava a uísque e vidro quebrado. O chão refletia o brilho da lua através da janela, criando manchas prateadas sobre os estilhaços que eu não me dei ao trabalho de recolher.
Eu deveria estar dormindo, deveria estar descansando, mas o descanso não existe para homens como eu.
Peguei o celular sobre a bancada e passei o polegar pela tela, até encontrar o nome que eu precisava.
Alessandro Venturi.
Meu cunhado, meu advogado pessoal, o homem que cuidava de tudo aquilo que não poderia aparecer em relatórios ou contratos. O único que eu confiaria na minha vida.
A chamada







