Vitória,
Olho para o Enrico, e ele abaixa a cabeça. É a primeira pessoa que eu não vejo ele debatendo com ignorância. O homem estende a mão para mim e dá mais um passa para frente em minha direção.
— Venha comigo, eu te ajudo a sair das garras dele, estamos na rua, ele não vai tentar te forçar a nada aqui.
Volto a olhar para o Enrico, e dessa vez ele me olha também com os olhos caídos. Dou um passo para trás, e nego com a cabeça.
— O Enrico não matou a sua filha. Bom, não de propósito.
— Foi o