Vitória,
— Pimenta. — Não tem a mínima condição de eu dormir desse jeito. — A não ser que o meu dono queira dormir preso assim como eu.
Ele sorri e nega com a cabeça, e, como dizem por aí, pimenta no cü dos outros é refresco. Ele solta as minhas mãos e me puxa para os braço dele, me apertando, o máximo que pode, quase me sufocando.
— Agora somos apenas um, não é assim que dizem, escravinha?
— Não sei, nunca me casei antes. Por falar nisso, ainda tenho que usar a pulseira?
— Direto não. — Ele pe