Mundo ficciónIniciar sesión**Sinopse Refinada:** Após perder os pais em um acidente que a deixou sem memória, Janete é acolhida por Jorge, um homem que se apresenta como seu padrinho. O que deveria ser um lar seguro logo se transforma em um pesadelo, quando ele começa a abusar dela. Presa em uma rotina de medo e submissão, Janete se agarra à ideia de escapar. Quando pede para fazer um curso, Jorge reluta, mas acaba permitindo sob condições humilhantes. No curso, Janete faz sua primeira amiga, uma jovem cheia de sonhos, que compartilha planos de se mudar para longe da França após conseguir um emprego. Essa revelação desperta em Janete um misto de esperança e inveja. Contudo, o destino intervém de forma cruel: enquanto voltam para casa, as duas sofrem um grave acidente de carro. No hospital, as identidades são trocadas, e Janete vê a oportunidade perfeita para recomeçar. Aproveitando o caos, ela falsifica documentos, rouba dinheiro de Jorge e foge para a Irlanda, assumindo a vida que deveria pertencer à amiga, agora vivendo sob o nome de Mary. Agora, vivendo sob um novo nome, Mary busca construir uma nova história longe dos horrores do passado. Mas os segredos que deixou para trás ameaçam ressurgir, colocando em risco sua liberdade e o equilíbrio frágil de sua nova vida. Para sobreviver, Mary precisará confrontar os fantasmas de sua antiga existência e decidir até onde está disposta a ir para proteger o que conquistou.
Leer másA luz fraca do sol da manhã invade o pequeno quarto de Janete, destacando as cicatrizes em seu corpo. Ela se olha no espelho embaçado, vendo as marcas das surras que Jorge, seu padrinho abusivo, lhe infligiu. Seus olhos se enchem de uma mistura de desespero e determinação enquanto ela relembra a noite em que tudo mudou, quando seus pais foram tirados dela em um acidente trágico.
Jorge, o homem que ela uma vez chamou de padrinho, agora é seu carcereiro. Ele a mantém presa em sua própria casa, controlando cada movimento dela e punindo-a cruelmente por qualquer sinal de resistência. Janete lembra de como ele a forçou, como ele a quebrou física e emocionalmente, deixando marcas que nunca desapareceriam.
Enquanto se prepara para mais um dia de servidão forçada, um pensamento começa a se formar em sua mente. Uma única faísca de esperança surge no meio da escuridão. E se houvesse uma maneira de escapar desse pesadelo? E se houvesse uma oportunidade de encontrar liberdade e redenção?
Após fazer sua higiene matinal, sai do quarto em direção à cozinha encontra Jorge sentado tomando café. Ele a olha dos pés a cabeça fazendo um gesto para ela se assentar a mesa.
“Bom dia!”, fala num tom de voz baixo com medo dele.
“Precisa ser boa comigo, hum”, ele falar e ela balança a cabeça dizendo que sim.
“Eu gostaria de estudar”, fala o olhando com medo.
“Estuda?esta fora de questão. Já terminou o ensino médio?”, ele pergunta e ela confirma com a cabeça.
“Sim, mas gostaria de fazer uns cursos”, fala pegando um pão preparando um sanduíche.
“Pensando em fugir Janete?”, ele fala batendo na mesa com força fazendo ela se encolher toda com medo. Lagrimas começam a descer pelo seu rosto, seu corpo ainda está se recuperando da surra de ontem.
“Não, senhor, e… eu apenas quero estudar”. Ele coça o queijo por um tempo e a encarar e um sorriso malicioso se forma em seus lábios.
“Posso, pensar nisso, se for boazinha comigo, entendeu?, pergunta se levantando, indo até ela se esfregando. Se afastando dele, Janete impulsiona o corpo para frente, mais e puxada pelos cabelos, isso faz ela gritar colocando a mão os cabelos.
“Acho que não entendeu, a parte de ser boazinha comigo”, Jorge fala com raiva, sentindo prazer em vê-la com dor.
“Eu vou ser boa”, fala desesperada com medo que ele bata nela, como das outras vezes.
“Quero uma prova”, ele fala indo para sala sentando no sofá, tirando seu membro das calças.
“Venha cá, princesa, mostre para o seu padrinho que será boazinha”, falar sorrindo, Janete caminha até ele se ajoelhando e o tocando. Minutos depois sentir um gosto ruim na sua boca, quando ameaça cuspir leva um tapa na cara, com um esforço sobre-humano engolir tudo. Jorge se levanta com um sorriso, ajeitando as calças, enquanto ela fica sentada com a cabeça baixa sentindo as lagrimas querer rolar pelo rosto. Ele a puxa pelo braço, a fazendo fica em pé e a beija. Janete tem vontade de mordê-lo, mas apenas retribuir o beijo, logo não precisaria passar mais por isso. Ele se afastar e a encarar por um tempo e toca seu rosto.
“Você é minha, logo será por completo me entende?”, pergunta ela, balança a cabeça concordando.
Ele continuar” Arrume essa casa quando volta lhe dou minha resposta”, fala saindo, deixando ela parada no meio da sala, ao escutar o carro saindo correr para o banheiro enfiando o dedo na goela vomitando tudo. No desespero de tirar o gosto dele, lavar a boca várias vezes. Senta no vaso sanitário e começa a chorar deixando tudo sair todo sofrimento dos últimos anos que esteve com presa com esse monstro.
Já passa das 22h quando jorge chega, vai para seu quarto, toma um banho e sai do banheiro somente com a toalha enrolada na cintura, vai até o corredor, chama por Janete, que logo aparece na porta do quarto dela, vestida de pijama.
“Ponha aquela camisola que te dei e venha aqui”, ele fala com risinho. Ela assentiu com a cabeça, fecha a porta do quarto tremendo, vai até o guarda-roupa, pega a camisola e vesti, percebe que está tremendo, respira fundo e vai ao encontro do monstro, b**e e espera ele manda entrar.
“Entre”, ele diz. Ela entrar sentindo todo seu corpo tremer dos pés a cabeça.
“Decidir deixa você fazer seus cursos”, ele diz. Uma ponta de esperança crescer dentro dela, logo conseguiria fugir dele.
“Mas, tem uma condição”, ele diz a encarando, e continuar “Terá que ser minha mulher, dormira comigo nessa cama toda noite e fará o que eu quero”.diz a encarando. Janete fecha os punhos, suas unhas furam sua mão devido à força que ela apertou.
“Então o que me diz? Aceita?”, ele pergunta tirando a toalha revelando sua ereção.
Vou até a cozinha, bebo um pouco de água, fico pensando em como vou conversa sobre isso com Vlad.“Porque não me esperou”, tomo um susto com ele parado na porta atrás de mim.“Não queria atrapalhar vocês dois conversarem”, digo desviando o olhar.“Humm, as crianças estão em casa?”, ele pergunta se aproximando de mim, mas me afasto.“Vou ver se estão fazendo seus deveres”,falo lavando o copo e saindo da cozinha, ele fica me olhando subir as escadas.Entro no quarto dos meninos e eles estão jogando ainda “Não acredito que mentiram para mim”,falo e eles se entre olham.“Essa é a última partida prometemos”, eles falam me olhando tentando me iludir de novo.“Nada disso, vão fazer agora”,falo desligando a tv.“Ah, Mary era o chefão”, choramingam.“Faz depois jogam”, me sento esperando eles se juntarem a mim. Eles veem se junta e começamos a fazer as lições.Algumas horas depois estamos todos a mesa, Vlad entra se senta, eles o cumprimentam e começamos a comer.“Como foi a aula hoje?”, ele
Aproveitei que aquela mulher chegou e sair, vê ela beijando o Vlad me deixou mau, não sei como lidar com isso ainda. Pedi para secretaria avisar o Vlad que precisei ir para casa ver as crianças. Eu precisava sair daquele lugar, me sinto confusa como se estivesse atrapalhando a vida deles.“Senhorita chegamos”, ouço o motorista falar me tirando dos meus pensamentos.“Obrigada”,falo descendo do carro e entrando em casa, Gina está na cozinha, ela quando me vê sorrir.“Deixei tudo pronto, estou voltando para casa principal”,fala me olhando de um jeito estranho, ela me olha assim desde que comecei a trabalhar aqui.“ As crianças chegaram?”, pergunto, ela, diz que sim, vou direto para o quarto dos meninos, encontro eles jogando videogame.“Como foi na escola hoje? Tem deveres de casa?”, pergunto, eles se olham, eu já sei a resposta.“Deixa a gente jogar essa partida e depois fazemos tudo”, João pede fazendo carinha de bebê, sorrio.“Uma partida e depois dever. Cadê a Carolina?”, eles se olh
VeraCasamento canceladoNão acredito que estou grávida. E para piorar, o filho não é do Vlad aquele cego psicopata. E o pior de tudo: esse filho da puta simplesmente está me ignorando.“Ainda não procurou você?” Meu amante pergunta. Balanço a cabeça negativamente.“Ligo, ele não atende,” digo, minha voz tingida de frustração.“Acredite, tem mulher nessa história. Vlad não é assim,” ele fala, me encarando com intensidade.“Mulher? Não acredito nisso,” respondo, mas a dúvida começa a me corroer. Será que ele está interessado em outra?“Tenho minhas dúvidas, vou investigar,” ele afirma, determinado.“Duvido muito. Ele é louco por mim. Sei que ele come as putas nas boates, mas no final vem para mim,” falo, irritada.“Ao que parece, não é tão louco assim,” ele provoca, e eu suspiro de raiva. Vou até o bar preparar uma dose, mas quando bebo, ele tira o copo da minha mão.“Devolve, merda,” reclamo. Ele enfia a mão na minha nuca, puxando meu cabelo e me fazendo gritar.“Não pode beber. Está
Estou sentada na cama de Vlad, esperando ele trazer nosso lanche. Olho ao redor, só então percebo que este não é o quarto dele.“Prontinho,” ele diz, entrando com uma bandeja cheia de delícias.“Vlad, para que tudo isso?”, vou até ele e ajudo a colocar a bandeja na pequena mesa do quarto.“Porque não pretendo sair deste quarto tão cedo, melhor só amanhã,”, ele fala, puxando-me para perto e me beijando. Eu me afasto um pouco.“Está louco? Desse jeito ficarei assada e sem conseguir andar,” pego uma uva e coloco na boca, aproximando-me dele. Ele pega a uva com os lábios e me beija.“Vem, senta aqui,” diz ele, puxando uma cadeira para que eu me sente.“Obrigada,” digo, sentando-me e pegando um morango. Vlad pega outra cadeira e se senta ao meu lado.“Agora responde minha pergunta,” fala, com os olhos fixos em mim.“Sou órfã, com um passado feio, sou gorda. Não acredito que seu pai aceitará isso,” digo, suspirando. Vlad se encosta na cadeira e cruza os braços.“Não ligo para nada do que di
Acordo sentindo minha intimidade dolorida, as imagens da noite de ontem vem na minha cabeça, fico vermelha só de lembrar. Um sorrisinho se forma na minha boca, não acredito que perdi minha virgindade com Vlad, logo o homem que me causa tantos sentimentos e a maioria deles é medo.“Acordou!”, olha na direção da voz e lá está ele somente com a toalha na cintura, ai ai ai desvio o olhar ele sorrir. Ele vem até a cama, apoia seus braços ao meu lado e me olha.“Bom dia!”, falo um pouco envergonhada. Ele roça sua boca na minha morde e sorrir. Puxa o lençol tento segura mais não adianta, joga o longe me deixando nua. Sua mão desliza para dentro da minha intimidade seus dedos mergulham mordo a boca dando um gemido.“Vlad, hummm”, abro mais as pernas, meu quadril começa a ganhar vida sozinho me fazendo rebolar na sua mão enquanto aperto a cama com força.“Delicia”, ele se livra da toalha, me puxa para beirada da cama, sinto seu pau me invadir, a sensação que estou sendo rasgada ao meio. Ele co
Estou com meu pai no escritório tem uma hora que ela esta falando e falando como se importasse comigo.“Você sabe que não aprovo esse casamento”, esbraveja, minha mãe apenas me olha me pedindo para ficar quieto.“Meu filho, seu pai está certo, essa família, mexe com coisas erradas”, ouço ela fala e sorrio.“Olha, esse imbecil está rindo”, meu pai fala me encarando.“Que porra de hipocrisia, sou uma máfia mãe, matamos, vendemos troca, traficamos mulheres”, falo.“Cala a porra da boca moloque. Não posso conta contigo para nada”, ele fala isso me irritar tanto.“Chega”, me levanto socando a mesa “Entrou na minha casa há uma hora e só me ofendeu, vão embora da minha vida, cuido eu”, falo os encarando.“Vlad filho, escuta seu pai”, minha mãe pede desesperada. Meu pai vem em minha direção me empurra o empurro de volta.“Max, e Vlad parem com isso agora. Vocês são pai e filho, era só o que faltava brigarem”, ela fala entrando na frente.“Está de sacanagem, mãe? Desde quando ele agiu como pai
Último capítulo