Responsabilidades Inesperadas“Muito bem, e você?”, ouço ele pergunta ao Pedro.“Está feito como o Sr queria”, fala sorrindo.“Muito bem, assim que gosto”, ouço meu pai falar com meus irmãos, reviro os olhos, fecho os punhos, desde que eu era criança nunca me elogiou na vida.“Preciso ir”, falo o encarando.“Daqui a dois meses anuncio quem ocupará meu lugar nas organizações”, ele fala, saio deixando-o lá com seu filhos preferidos, vou a passos largos em direção ao meu carro.“Vlad, espere”, ouço minha mãe me chamando e paro, desde que a conheci quando criança sempre me tratou com muito amor e carinho, depois que fiquei cego ela esteve ao meu lado.“Diga dona Flavia”, falo sorrindo, a única que merece meu sorriso sincero.“Meu amor, sabe que seu pai somente quer seu bem”, ela fala me abraçando e caminhamos juntos.“Difícil acreditar nisso”, falo.“Vlad, esta tomando os remédios?”, ela pergunta.“Mãe, eu estou bem, não preciso deles”, falo parando em frente o carro.“Filho, sabe que pr
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