Aquela palavra não era estranha para Zara.
Antes, quando ainda morava na Brisa do Mar, sempre que Orson precisava de algo, ele enviava exatamente aquela mesma palavra: venha.
Agora, enquanto encarava a mensagem no celular, algo inexplicável apertou seu peito, e seus olhos começaram a arder. Ela ficou ali, olhando fixamente para a tela, até que o toque do telefone sacudiu seus pensamentos. Era Paulinho, o motorista:
— Senhora, estou aqui na Avenida Julius. O carro não consegue entrar na viela. Po