A expressão de Zara mudou por um instante, e logo ela disse:
— Mas, Nati, você já não está se sentindo bem, nós...
— Eu sei. — Natália a interrompeu. — Se eu ficar mal, você vai ficar pior. Então, mamãe, pode ficar tranquila. Mesmo que eu o odeie, vou me comportar direitinho. Mas eu não quero chamá-lo de pai.
Ao ouvir isso, Zara finalmente respirou aliviada. Em seguida, ela estendeu a mão e bagunçou de leve os cabelos de Natália.
— Não importa o que aconteça, ele ainda é o seu pai. Ele te deu a