A luz no peito de Lyria pulsava como um coração tentando aprender a bater.
Pequena.
Instável.
Torta.
Mas viva.
Kael e Elyon estavam ajoelhados sobre ela, as testas encostadas, as mãos cobrindo o fragmento ancestral como se pudessem impedir que ele apagasse.
A respiração deles era descoordenada.
Os corpos tremiam.
O ar oscilava entre calor e frio como se o mundo estivesse indeciso sobre continuar existindo.
A Filha Perdida observava ao longe, aflita.
A mãe de Lyria chorava entre as mãos.
E e