Gustavo nunca dirigira tão rápido, o trânsito parecia não existir. Os semáforos, as buzinas, nada importava.
Ao seu lado, Henrique tentava ligar repetidamente para Maytê. Todas as chamadas caíam na caixa postal.
— Atende... Por favor, atende...
Mas o silêncio do outro lado era a única resposta.
Quando chegaram ao prédio, Gustavo saiu do carro antes mesmo que ele parasse completamente, subiu os degraus correndo.
O porteiro levantou assustado.
— Doutor Gustavo...
— A Maytê entrou?
O homem confirmo