Ninguém saiu da casa imediatamente.
Henrique continuava observando pela fresta da cortina, o carro preto permanecia estacionado do outro lado da rua.
Motor ligado, vidros escuros, nenhum movimento.
— Estão esperando. — murmurou.
— Quantos? — Gustavo perguntou, se aproximando.
— Não sei. Mas, se fosse uma equipe para nos atacar, já teria feito isso.
Maytê ainda segurava a fotografia do pai contra o peito, seu rosto estava molhado de lágrimas.
— E se eles estiverem esperando a gente ir até o moin