O caminho até o hospital foi silencioso.
Gustavo insistiu para que Maytê fosse examinada, mesmo que ela repetisse, pela décima vez, que estava bem.
— Foi só uma batida.
— Eles jogaram uma caminhonete contra o nosso carro. — disse, e ela suspirou.
— Eu sei.
— Então me deixa ter certeza de que você não se machucou.
Maytê não respondeu, apenas segurou a mão dele. Ela conhecia aquele olhar, não era apenas preocupação, era culpa.
Quarenta minutos depois, o médico voltou à sala.
— A senhorita Maytê so