O tempo e os nossos frutos
Narrado por Felipe Castilho
Às vezes eu paro, olho ao redor, e fico em silêncio só pra ver se escuto aquele eco da minha juventude — o cara impaciente, workaholic, sempre com um copo de uísque e um ego que ocupava mais espaço do que deveria. Mas ele não responde mais.
Talvez porque, com o tempo, a gente aprende a ouvir mais o coração do que o aplauso. E o meu coração, hoje, bate por tudo o que construí com a Cecília. Pela Luiza, que faz meu mundo girar com um “papai”