A paz começou a se manifestar nas coisas pequenas.
Maya percebeu isso numa manhã em que não acordou sobressaltada, sem checar o celular, sem ouvir passos imaginários no corredor. Apenas abriu os olhos, ficou alguns segundos encarando o teto e respirou fundo — um gesto simples, quase esquecido.
Na cozinha, Enzo já estava sentado à mesa, desenhando com lápis de cor espalhados por todo lado.
— Você acordou tarde — ele avisou, como se fosse um fato grave.
— Atrasada? — Maya perguntou, olhando o rel