Narrado por Yakov Smirnova
Saí da mansão de Don Marcello com o coração em chamas.
Não era medo. Era satisfação. Finalmente, o nome Smirnova voltaria a ser temido — não como piada, não como vergonha, mas como sangue e poder.
A guerra estava declarada, e, pela primeira vez desde que fui expulso da Rússia, eu me sentia vivo.
O vento frio da noite de Milão cortava o rosto, mas eu não me importava. Entrei no carro sorrindo, acendi um cigarro e deixei a fumaça sair devagar, sentindo o gosto da vingan