Narrado por Anya Petrova
O cheiro de pólvora ainda estava impregnado nas paredes. O eco dos disparos se dissipava lentamente pelos corredores, mas o silêncio que restava era ainda mais sufocante.
Dmitri caminhava à frente, o fuzil firme nas mãos, e a cada passo o som das botas dele batia como um martelo na minha mente. À nossa volta, corpos caídos, sangue espalhado pelo chão da escola onde, horas antes, havia apenas risadas de crianças.
Quando chegamos ao pátio, o último grupo de mercenários re