Narrado por Dmitri Volkov
O telefone vibrou na mesa de vidro. Um código vermelho piscava na tela. Eu não precisava atender para saber: algo havia acontecido.
Ainda assim, deslizei o dedo e levei o aparelho ao ouvido.
— Senhor, tiros na escola. Estão dentro. — A voz do meu segurança soava ofegante, mas firme. — Homens armados, ataque coordenado.
A raiva subiu como fogo em minhas veias. Eu já sabia de onde vinha essa afronta. Yakov. Só podia ser ele.
— Entrem. Agora. — Minha voz saiu gelada, uma