Narrado por Anya Petrova
O carro freou diante da mansão e, pela segunda vez, eu me vi ali. Mas agora não havia a menor ilusão: não era visita, não era apresentação. Era prisão.
A porta foi aberta, e Dmitri me puxou para fora como se eu fosse uma extensão da vontade dele. O vento frio cortava meu rosto, mas nada gelava mais do que a ideia de que eu não tinha para onde correr.
Meu corpo reagiu antes da razão. Avancei contra ele, os punhos cerrados, o coração disparado.
— É isso? Vai me trancar aq