Narrado por Anya Petrova
O sol já caía, tingindo a Grécia de tons dourados e alaranjados quando Dmitri entrou no quarto. Ele não vestia o terno escuro de sempre; usava uma camisa branca aberta no colarinho, calça leve, o cabelo ainda úmido do banho. Parecia mais jovem assim, menos Don, mais homem.
— Se arrume — disse, com aquele tom que não aceitava discussão, mas os olhos suavizados deixavam claro que não era uma ordem qualquer. — Hoje vamos jantar em outro lugar.
— Onde? — perguntei, curiosa.