Narrado por Mikhail
Ela disse “quero”, com firmeza doce, como quem se entrega ao próprio destino pela primeira vez com as mãos abertas. E eu soube — com a nitidez de um homem que conhece a guerra — que nada no mundo, nem a lâmina, nem a tradição, nem a história, era mais importante do que aquela escolha.
Me aproximei, em silêncio, e toquei o rosto dela com as pontas dos dedos. Estávamos inteiros. Ainda vestidos — ela com o vestido que marcou um novo nome, eu com o terno que firmava uma aliança