Fazia pouco tempo que eu havia encerrado a reunião, quando Rosilene bateu à porta para avisar que eu tinha uma visita. Era Silvana, filha de Arnold com sua falecida esposa, minha meiairmã.
— Pode mandar entrar — ordenei.
Logo em seguida Silvana avançou pelo recinto, esbanjando sensualidade, como sempre fazia quando nos encontrávamos.
Naquela tarde usava um vestido curto e colado da mesma cor de sua pele morena, seus densos cabelos castanho-claros caíam sobre ombros e sua boca estava pintada de