A constatação despertou a mais incontrolável fúria em meu íntimo e apressei-me em afastar sua mão de mim.
— Já chega. Quero descansar agora — falei, com os dentes trincados.
Voltei a me deitar sobre a espreguiçadeira e fechei os olhos, forçando-me a ignorar sua proximidade, a reprimir o turbilhão de emoções e sentidos que fervia em meu interior.
— Quero estar presente na próxima consulta. Por favor, não me deixe de fora novamente.
— É difícil ficar de fora, não é? — indaguei, com a fúria tomand