Um dia... talvez ele me perdoe e volte a me olhar com amor.
Sophia
O resto do caminho seguiu em silêncio.
Um silêncio diferente — não hostil, mas cheio de lembranças, de coisas que não precisavam mais ser ditas.
Zahir parecia calmo, embora o maxilar ainda estivesse contraído, denunciando o esforço que fazia para se manter sereno.
Lá fora, o céu cinzento começava a desabar em uma chuva fina, e as gotas batiam contra o vidro do carro como um murmúrio suave.
Quando chegamos, ele estacionou diante do prédio e desligou o motor.
Por alguns segundos, não nos m