Ainda cora quando eu te olho.
A luz da manhã filtrava-se pelas frestas das cortinas, espalhando um brilho dourado sobre o quarto.
O silêncio era tão suave que dava para ouvir o tic-tac do relógio misturado à respiração calma de Zahir, deitado ao meu lado.
Por um instante, fiquei apenas olhando — o corpo dele relaxado, o peito subindo e descendo devagar, o sol desenhando traços de luz sobre a pele morena.
O lençol cobria-lhe a cintura, deixando entrever a linha firme do abdômen, o contorno forte dos ombros, e o perfil perfei