Ignorando o pedido de Zahir para que Vitor tomasse o leite no cadeirão, eu o peguei no colo. O corpo pequeno e quente dele se acomodou contra o meu peito, e o inclinei devagar, levando a mamadeira aos seus lábios.
Vitor mamava me olhando nos olhos — aqueles mesmos olhos negros do pai — e, com seus dedinhos inquietos, enrolava mechas do meu cabelo. Um sorriso brotou no meu rosto. Aquele instante era só nosso. Eu não abriria mão desse prazer por nada no mundo.
Zahir permaneceu em silêncio, mas eu