Estava grávida.
Os primeiros dias na casa de Eloisa foram de uma calma incômoda, uma tranquilidade que, em vez de me trazer paz, apenas fazia ecoar dentro de mim o vazio da ausência de Zahir.
Eu passava a maior parte do tempo sozinha. Eloisa saía cedo, antes mesmo do sol nascer, e só retornava à noite, cansada do trabalho na Naturalle. Era uma mulher elegante e prática, movida por uma rotina precisa e quase sem margens para distrações. Sua presença me transmitia segurança, mas também me lembrava, de certa form