Fique tranquila, Sophia. Aqui você estará segura
Deixei a carta cuidadosamente sobre o criado-mudo, ao lado do abajur aceso que espalhava uma luz suave pelo quarto. Fiquei olhando por alguns segundos para o envelope, sentindo o peso das palavras que havia escrito. Era como se cada linha fosse uma ferida aberta, uma confissão silenciosa do quanto eu estava machucada. O ar parecia pesado, denso, e até o som distante do vento lá fora me soava como um lamento
O som do vento entrou pela janela, movimentando levemente a cortina branca. Por um insta