Há pouco tempo, a casa do meu irmão voltou a ter som.
Risos de criança, passos correndo pelos corredores, o eco suave da voz de Sophia chamando os gêmeos — tudo aquilo que antes parecia impossível para ele... e para mim.
Vejo Zahir e sinto um misto de orgulho e nostalgia. Ele encontrou a paz que eu acreditei não existir para homens como nós.
Homens feitos de desertos, criados entre códigos e silêncios.
Homens que aprenderam cedo a conter o coração para não parecerem fracos.
Sophia o salvou —