O carro que buscava Kai era uma silenciosa limusine preta. O motorista, um homem de ombros largos e silêncio mais largo ainda, apenas acenou para a porta aberta. Kai entrou, sentindo o cheiro de couro novo e ar condicionado. O interior era uma cápsula à prova de som, isolando-o do mundo familiar da sua rua, da sua padaria.
A viagem durou menos de vinte minutos, terminando num edifício de aço e vidro no distrito financeiro. Não havia placas, apenas um número discreto na porta de bronze. A Dra. A