O isqueiro de plástico girava entre os dedos de Kai, um carrossel barato com o logótipo desbotado de uma cerveja que já não se fabricava. Na padaria às escuras, o único som era o tique-taque do relógio de parede e o bater persistente da chuva contra os vidros.
Um homem no banco do parque. Um isqueiro igual a este.
As palavras de Silas ecoavam-lhe na mente, um código rudimentar para uma vida que se tornara demasiado complexa. Kai olhou para o cartão de Anya Voss que deixara em cima da mesa, ao l