Passei a noite em claro. A carta de Bruce estava debaixo do travesseiro. O pingente de Clark estava no meu pescoço.
Eu estava no meio de um campo de batalha e não sabia para que lado correr.
De manhã, Clark bateu na porta.
— Iza?
— Entra.
Ele entrou, os olhos cansados. Ele também não tinha dormido.
— Eu quero te levar a um lugar — ele disse.
— Onde?
— Você vai ver.
O carro percorreu estradas estreitas, fora da cidade. As casas foram ficando mais raras, as árvores mais altas. O céu estava limpo,