No dia seguinte, Clark me acordou com um café da manhã na cama. Pão fresco, frutas, suco natural. E uma rosa.
— Você não precisa fazer isso — eu disse, sentando na cama, os olhos ainda inchados de chorar.
— Eu sei. — Ele colocou a bandeja no meu colo. — Mas quero.
— Por quê?
— Porque você merece ser cuidada. Mesmo que não seja por mim.
Ele saiu antes que eu pudesse responder.
Fiquei olhando para a bandeja. O pão estava quente. O cheiro era delicioso.
Lembrei de Bruce. Dos pães dele. Dos doces. D