A rosa estava na minha mesa. Vermelha. Perfeita. Como todas as outras.
Mas eu não joguei fora.
Coloquei num vaso, ao lado do computador. As pétalas eram macias, quase veludo. O cheiro doce preenchia o ar.
Eu deveria estar planejando minha vingança. Deveria estar vasculhando os relatórios, fotografando transferências, montando o caso contra Clark.
Em vez disso, estava olhando para uma flor.
— Você está diferente.
A voz veio de trás de mim. Bruce.
Eu me virei. Ele estava na porta da minha sala, a