A pasta cinza sob a mão de Isla não era papel. Era uma fronteira.
Seu toque havia sido o de uma estátua. Agora, os dedos ganharam vida própria, virando a capa com um som seco que ecoou no escritório vazio.
Dentro, não havia fotos de famílias sorridentes. Era um dossiê sobre a Confeitaria Dulce, uma rede média com problemas de expansão. Gráficos, balanços, cláusulas contratuais. A linguagem era estéril. Mas os números contavam uma história de asfixia lenta.
Enquanto seus olhos escaneavam linhas