GREGORIO
Levanto da cadeira num pulo, meus olhos ainda fixos nela. Vou atrás dela, mas ela se vira e sai correndo. Estou sendo muito paciente. Estou cansado de brigar e de deixar ela triste.
A sigo até o quarto e abro a porta que ela fechou atrás de si, entrando logo depois.
“Eu posso explicar.” Suspiro, me aproximando dela enquanto ela caminha até a cama. Seguro seu pulso, mas ela se livra do meu toque.
“V-você prometeu que não ia machucá-lo.” Ela murmura, as lágrimas já escorrendo por seu ros