ALINA“Fique parada”, ele ordena com aquela voz rouca. Sinto o ar acariciar minhas coxas enquanto ele levanta meu vestido cada vez mais, enviando arrepios por todo o meu corpo.“P-por favor”, eu me contorço em seu colo, mas em vão. Ele é muito mais forte que eu.Ele vira meu vestido para cima e agora minha bunda está exposta para ele. “Argh, droga”, ele murmura, arrastando o dedo indicador pela minha coxa superior, arrancando um suspiro da minha boca.Ele esfrega a palma da mão na minha nádega enquanto sinto minha respiração acelerar.“Por favor”, eu ofego, tentando escapar.“Cala a boca”, ele ordena.De repente, sinto a palma da mão dele colidir com minha bunda. Eu grito, a dor era demais.“Peça desculpas”, ele exige e eu obedeço.“E-eu sinto muito, por favor”, eu choramingo. Ele bate mais forte na minha bunda, eu enterro meu rosto nos lençóis e grito, meus gritos abafados ecoando pelo quarto.Ele faz isso muitas outras vezes, me fazendo gritar mais forte a cada vez. A dor
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