O dia ainda tá nascendo, a luz entra fraca pelas frestas da persiana. O quarto tá naquela paz marota depois da noite diferente que tivemos ontem. Eu acordo assim, todo dia, primeiro o pau duraço, depois o corpo, depois a cabeça. E hoje, o meu corpo acordou com uma vontade do caralho.
Viro de lado e ela tá lá.
Sayuri.
Dormindo de conchinha, o cabelo colorido todo espalhado no travesseiro, a boca entreaberta. A mão dela tá debaixo do rosto, parecendo uma criança. Mas o resto… o resto é tudo de