Acordei cedo pra caralho. Sete da manhã, um horário que Deus não inventou pra mim. Mas hoje era especial. Hoje eu ia com a Sayuri comprar as primeiras roupinhas da Ayumi.
Ela tava me esperando na porta da casa dela, ansiosa igual criança véspera de Natal. O vestido soltinho, a barriga ainda pequena mas já aparecendo, o cabelo colorido preso num coque fofo. Tava linda.
— Daiane! — ela gritou quando me viu descer do carro do Vassoura. — Finalmente!
— Finalmente o quê, mulher? — ri, chegando pe