O caminho de volta parecia mais leve do que eu imaginava. O barulho do trânsito noturno se misturava com o eco suave das músicas que ainda tocavam no bar atrás de nós, mas, dentro do carro de Mariane, tudo parecia silencioso, tranquilo. A sensação era de que, depois de tanto tempo em tensão, finalmente tinha conseguido respirar e de que aquela noite tinha sido, de verdade, um presente.
— Então… — Mariane quebrou o silêncio depois de alguns minutos dirigindo, lançando um olhar de canto pra mim,