Depois que Paulina saiu, como uma tempestade que deixa um rastro pesado mas não consegue destruir o que encontra pelo caminho, percebi que a mesa havia voltado a respirar. As meninas, uma a uma, voltaram a se sentar. Mariane se ajeitou ao meu lado, ainda de olhos faiscantes, como se estivesse pronta para me defender de novo caso fosse necessário.
Soltei o ar devagar, e logo o clima começou a se refazer. O garçom chegou trazendo mais um balde de bebidas e petiscos, como se o universo conspirasse