Gael caminhava ao meu lado, segurando minha mala com uma mão e, com a outra, a minha cintura. Era uma mistura de proteção, carinho e necessidade. Como se ele estivesse certificando a cada passo que eu não ia desaparecer de novo.
— Você tá bem pra segurar os dois? — ele perguntou mais uma vez, preocupado.
Assenti.
— Gael, fiquei dois meses longe deles. Você realmente acha que eu vou largar qualquer um agora? — respondi.
Ele sorriu pequeno, mas sincero.
— Não. Eu sei que não.
E sabia mesmo. Eu vi