O avião pousou com aquele solavanco típico que sempre fazia qualquer passageiro reconsiderar a própria vida. A mão pousou automaticamente sobre a barriga, e o ar saiu devagar pelos lábios numa tentativa quase inútil de convencer o corpo de que tudo estava sob controle. Repetir esse pensamento em silêncio era a única coisa que mantinha o colapso emocional longe do assento 23B.
Charlotte, sentada ao lado, deu duas palminhas empolgadas.
— Chegamos, minhas meninas! — disse, inclinando-se para checa