Quando ouvi a voz de Rafaelly pelo celular de Gael, senti o sangue ferver nas veias. Era uma mistura de raiva, incredulidade e desprezo.
— O que está fazendo com o celular do meu marido? — perguntei, tentando conter o tom, mas a irritação era evidente.
Ela soltou uma risadinha debochada do outro lado.
— Calma, meio maninha… — disse, enfatizando o “meio” como se quisesse me cutucar. — Vim apenas conversar com o meu cunhadinho querido.
Fechei os olhos, sentindo o estômago embrulhar.
— O que você