O ar ainda estava carregado quando saímos da sala.
Não era mais só tensão.
Era consequência.
Caminhamos de volta para o salão sem dizer nada. O som da música voltou aos poucos, as conversas retomaram como se nada tivesse acontecido — como se aquela guerra silenciosa não estivesse acontecendo bem ali, no meio de todos.
Mas estava.
E agora… mais exposta.
Arthur manteve a mão nas minhas costas enquanto caminhávamos. Firme. Presente. Não como encenação.
Como posicionamento.
Como marca.
Eu senti.
E