Sabrina Vilar
Quando abri os olhos, o barulho da L’Éclat tinha sumido. Não havia "techno", não havia gritos de despedida de solteiro. Havia apenas o som rítmico de um monitor e o cheiro asséptico de um hospital.
Tentei me mexer, mas meu corpo pesava toneladas. Senti uma mão quente e familiar segurando a minha. Olhei para o lado e vi Augusto. Ele estava sentado em uma cadeira desconfortável, o terno amarrotado, os olhos vermelhos e o cabelo bagunçado de um jeito que indicava que ele tinha pas