Hannah Santana
A semana que se seguiu ao nosso jantar na casa do Levi foi uma espécie de borrão febril. Se eu achava que o beijo no carro ou o voo no planador tinham sido o ápice, eu não fazia ideia do que era conviver com um Levi Bianchi que tinha decidido, por conta própria, baixar a guarda. Na Holding, o ar parecia mais denso, carregado de uma eletricidade que me fazia perder o fio da meada no meio das frases. Nossos encontros na sala dele, sob o pretexto de assinar documentos, estavam fic