Augusto Vilar
O mundo sempre teve um jeito muito específico de me lembrar que eu não tenho o controle de nada. Eu passei anos acreditando que, se eu fosse metódico, se eu seguisse as leis e protegesse os meus, o caos não me alcançaria. Mas naquela noite, no meio do L’Éclat, o destino não só me alcançou, como me atropelou.
Eu cruzei a área VIP e o ar parecia mais leve. Eu estava feliz. Era uma sensação perigosa para alguém como eu. Finalmente estava vivendo meu grande amor com a mulher que não