Sabrina Duran
O som abafado dos últimos graves da L’Éclat ainda vibrava no solado das minhas botas, mas o mundo lá fora já não importava mais. Eu tinha acabado de fechar o caixa, resolvido dois problemas com fornecedores e garantido que a saída da equipe fosse segura. Meus pés doíam, meu corpo pedia trégua, mas minha mente estava em um estado de alerta doce, uma expectativa que eu vinha cultivando silenciosamente há meses.
Caminhei pelo corredor silencioso em direção ao meu escritório. A luz p