Augusto Vilar
Eu sempre fui um homem de protocolos, de leis e de uma lógica inabalável. No tribunal, meu batimento cardíaco é uma linha reta, mesmo sob o fogo cruzado das acusações mais graves. Me chamam de "O Robô" não por falta de alma, mas pela minha capacidade de processar o caos sem me deixar contaminar por ele. Mas quando se trata de Sabrina, todos os meus sistemas entram em colapso. Ela não é um caso a ser resolvido; ela é a única verdade que eu não consigo arquivar.
Naquele final de no