O relógio marcava seis da manhã e o cheiro de café já estava me dando náusea. A sala da Dona Jhully era puro suco de tensão. A Baronesa não parava de andar de um lado para o outro, o celular na mão brilhando com mais de trinta chamadas não atendidas pro Barão.
— Mas olha que palhaçada é essa? — Jhully disparou, jogando o telefone no sofá. — O Barão tá achando que eu nasci ontem? O homem some, não dá um sinal de vida depois dessa reunião de cúpula e me deixa aqui igual uma desentendida?
— O Dieg